| TIPOS |
TEMPERATURA ( C ) |
|
Brancos doces |
5 - 7 |
| Champagnes,
espumantes e brancos leves secos |
6 - 8 |
| Brancos
encorpados secos |
8 - 10 |
| Tintos
ligeiros |
10 - 12 |
| Tintos leves |
12 - 14 |
| Tintos tipo
Bourgogne |
14 - 16 |
| Tintos tipo
Bordeaux |
16 - 18 |
| Tintos
encorpados |
18 - 20 |
LENDO O RÓTULO
O rótulo é o principal meio que um produtor dispõe para passar
informações ao consumidor. Se formos verificar, veremos que se
trata de uma conquista recente, pois até 1860 os vinhos eram
vendidos sem rótulos, sendo que toda a informação existente
estava gravada na rolha.
O número de informações contidas nos rótulos cresceu de forma
expressiva nos últimos anos. É preciso considerar que cada país
adota critérios legais específicos sobre o que deve constar nos
rótulos de seus vinhos. Há, porém, alguns dados que costumam
sempre aparecer:
1 - País de origem
2 - Conteúdo da garrafa em ml
3 - Teor alcoólico
4 - Nome do produtor ou do negociante
5 - Safra
Há países que adotam o critério
geográfico para denominar seus vinhos, ficando subentendida a
varietal usada, o que acontece na França (com exceção da Alsácia)
e na Itália. Assim, se você estiver tomando um Beaujolais (nome
de região) está implícito que ele foi produzido com a uva Gamay;
se for um Borgonha tinto, ele será, necessariamente, um Pinot
Noir, embora nada esteja escrito no rótulo.
Outros países e isto está sendo cada vez mais comum identificam
o vinho pela variedade preponderante da uva utilizada. Usa-se,
então, o critério varietal. Utilizam este critério a Califórnia,
Austrália, Chile, África do Sul, Europa Central e o Brasil na
categoria de vinhos finos.
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