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Produtores dos Vinhos Verdes Portugueses promovem encontro de compatibilização com seus vinhos. 20/10/2006 A Comissão Regional dos Vinhos Verdes, de Portugal, promove no Rio de Janeiro um evento de degustação de seus vinhos que combinam perfeitamente com o verão carioca. O evento, com palestra e almoço, servirá diversos tipos de vinhos verdes de diferentes produtores, no Hotel Sofitel, em 24 de Outubro. O enólogo Antônio Cerdeira, Comissão vitivinícola Regional dos Vinhos Verdes (CVRVV), conduzira a apresentação falando sobre as características e complexidades dos vinhos desta região. O objetivo de encontro, segunda vez que acontece na cidade, é mostrar como estes vinhos se modernizaram e hoje se apresentam como uma parceria ideal para o calor do verão carioca. Para esse evento a CVRVV está reunindo especialistas em vinhos, profissionais de restaurantes e enófilos.
O Vinho Verde é produzido em Portugal há muito tempo, mas teve nos últimos anos, uma série de investimentos que valorizaram o produto tornando-o conhecido no mundo, o que não seria possível se a qualidade destes vinhos não tivesse aprimorado e atingido o paladar internacional. Portugal é o único país do mundo que produz Vinho Verde e a crítica internacional comenta muito, principalmente sobre os vinhos produzidos com a uva Alvarinho.
A região dos Vinhos Verdes A região dos Vinhos Verdes, no Minho, Noroeste de Portugal, é uma das maiores e mais antigas do país, com área de 25 mil hectares ocupados pelas vinhas nos distritos de Aveiro, Porto, Braga, Viana do Castelo, Viseu e Vila Real. A Quinta da Aveleda é a maior produtora da apelação. A empresa responde por 40% das exportações portuguesas de Vinho Verde. Somente o vinho Casal Garcia, produz mais de 5 milhões de garrafas todos os anos.
Alguns atribuem a denominação Vinho Verde à paisagem característica do Minho, cuja exuberante vegetação permanece verde mesmo no inverno. Especialistas em vinhos associam o nome às condições das uvas típicas da denominação. Não que sejam colhidas antes do tempo, ou seja, antes de amadurecer totalmente, é que, mesmo maduras, dão origem a vinhos com elevada acidez e baixo teor alcoólico. Um vinho que não amadurece como os demais. Assim, o nome “Vinho Verde” é considerado um contraponto ao que popularmente em Portugal se chama de vinho “maduro”.
As principais cepas brancas do Minho são Alvarinho, Loureiro, Trajadura, Azal Branca, Rabigato, Esganoso, Padeiro e Pedernã. No processo de vinificação dos Vinhos Verdes é sempre desejável que sobre um pouco de gás, responsável pela “agulha” típica destes vinhos que parece picar a língua. Esta região também elabora tintos, mas os brancos são mais conhecidos do consumidor.
“Este é o mais curioso de todos os vinhos. É original, jovem, refrescante, dietético. Não embebeda, por isso me agrada. Sabe respeitar a inteligência”, afirmou o químico Antonio Augustos de Aguiar em 1876, quando descreveu o vinho verde e suas propriedades.
Com estas ações, a CVRVV deseja mostrar a expansão desta região e sua evolução nos últimos anos, produzindo um vinho fácil de ser apreciado, fresco, equilibrado, leve e ideal para o verão pois combina perfeitamente com pescados e pratos leves, mais informações com: denise cavalcante (11) 4612 4341 assessoria@denisecavalcante.com.br FECHE ESTA JANELA PARA RETORNAR
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