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VINHOS NACIONAIS
Em
maio de 2001, as vinícolas brasileiras Salton,
Miolo, Aurora e Marson tiveram seus vinhos premiados
no Challenge International du Vin 2001. O
reconhecimento internacional, com inúmeras
premiações em renomados concursos, vem
contribuindo para melhorar a imagem do vinho
brasileiro e aumentar o seu consumo.
O
preconceito ainda existe, por muitos anos vinho
brasileiro foi sinônimo de vinho suave de garrafão,
mas a realidade mostra que o Brasil está cada vez
mais produzindo vinhos de boa qualidade, com uvas
viníferas originárias de ótimas safras.
Conheça os vinhos premiados das melhores vinícolas brasileiras em 2000/2001:
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VINHOS ESTRANGEIROS
APRESENTAÇÃO
FEITA NO DIA 16.04.2002
PELA CONFRADE SUZETTE AMOROSO
Imagine-se
viajando de balão, num dia de primavera, há 250 anos, e
tendo de pousar na colina de Corton ou nos vinhedos de Volnay
ou Chambertin. Você saberá exatamente onde se encontra -
supondo-se, claro, que conheça aquelas colinas como são
hoje. Esfregará os olhos ante o estranho e denso emaranhado
de videiras. (...) Os aldeões também hão de esfregar os
olhos: os irmãos Montgolfier, inventores do aerostato, ainda
não haviam construído seu primeiro modelo. (...)
Fundamentalmente, do pináculo da igreja nas colinas de Volnay
à coroa de floresta no topo de Corton, estará contemplando
as mesmas vinhas de hoje. E, quando encontrar o caminho de uma
adega, provará em seu tastevin de prata um vinho pouco
diferente do atual. O aroma de hortelã fresca exalado pela
Pinot Noir lhe confirmará que você de fato se acha na Côte
D'Or. O aroma é a pista. Nas palavras de Claude Arnoux, o
padre que escreveu La Situation de la Bourgogne em 1728, os
vinhos da Borgonha tem `vapores doces'. São tomados `de duas
maneiras: pelo nariz e pela boca, ao mesmo tempo ou
separadamente'. A Borgonha não passou por uma experiência
semelhante à que Bordeaux viveu no século XVIII. Não
inventou vinhos novos, nem assistiu ao plantio de novas
áreas. (...) Borgonha revela uma evolução de gostos e
técnicas, novas forças de mercado e sobretudo um lento
processo de definição.
Pinot Noir tem uma complexidade e delicadeza ao mesmo tempo, e os sabores elaborados que simplesmente encantam. Ainda o Pinot Noir é famosa pela sua inconstância e mutabilidade genética, fazendo isto um varietal verdadeiramente desafiador para winemakers dominar.
Em recentes anos, o potencial da Pinot Noir foi descoberto por muitos vinhedos de Califórnia. Embora a uva é frágil e difícil crescer, winemakers de Califórnia levaram o desafio com paixão e criatividade.
As uvas Pinot Noir crescem melhores em climas mais frescos com brisas nubladas. O mais baixo açúcar das uvas, ácidos mais altos e mais baixo pH contribuem para os vinhos terem grande potencial de envelhecimento contudo delicadeza relativa. Colheitas cedo, climas mais frescos e envelhecimento de barril pequeno tudo contribuem a um Pinot Noir maduro encantador.
Embora imprevisível às vezes, o melhor Pinot Noirs são os que encantam no intenso aromas, sabores complexos e texturas sedosas longas. Eles têm uma cor vermelha rubi escuro . A maioria do Pinot Noirs é bebível quando jovem.
Pinot Noir é um vinho tinto maravilhosamente rico, encorpado e gracioso,qual é especialmente versátil à mesa de jantar.
Ë uma uva usada exclusivamente para a produção dos grandes vinhos da Borgonha, na região Cote dor, na França. Mas hoje já é cultivada na Espanha, Austrália, Alemanha, Áustria, Suíça, Chile, Argentina, Califónia, África do Sul, Nova Zelândia, Austrália.
A uva tinta da região de BORGONHA de França. É responsável pelos grandes (e caros) vinhos tintos do CÔTE de Borgonha região de D'OR que inclui esses de BEAUNE, ÉGUAS de BONNES, CHAMBERTIN, CORTON, MUSIGNY, POMMARD, RICHEBOURG, ROMANÉE-CONTI, e VOLNAY.
É pensado que o Pinot Noir tem sido crescido na França durante mais de 2,000 anos, talvez até mesmo antes da invasão romana desta área. A videira de Pinot é descrita como " geneticamente instável, enquanto " significando que transforma muito facilmente que faz consistência desta videira extremamente difícil. Há estimativas de mais de 1,000 tipos diferentes ou clones que pertencem à família de Pinot. Alguns, como PINOT BLANC, PINOT GRIS, e PINOT MEUNIER, se tornaram variedades famosas no próprio deles/delas.
A combinação de Pinot Noir está transformando característica e exigências crescentes (uma estação crescente longa, fresca) faz para que esta variedadeuma uva difícil de fazer vinho (até mesmo para o Borgonhês).
Quando o vinho é jovem, tem boas características frutuosas,das mais simples de cerejas, ameixas, framboesas, e morangos. Quando amadurecem estes vinhos, eles exibem uma variedade de características COMPLEXAS inclusive chocolate, figos, ameixas secas, trufas, e violetas. A França é o cultivador maior do Pinot Noir, mas poucas áreas fora de Borgonha fazem para realmente grande Pinot vinhos de Noir.
Na região de CHAMPANHE, o Pinot Noir é um das três variedades de uva (junto com CHARDONNAY e MEUNIER).
Pinot Noir também é uma uva tinta importante na Alemanha (onde é conhecido como Spätburgunder).
Pinot Noir é conhecido como Blauburgunder em algumas áreas e Pinot Nero em outros na Itália do norte.
Pinot Noir também é crescido na Suíça, como também alguns dos países europeus orientais.
Tem tido muitos esforços nos Estados Unidos para cultivar o grande Borgonha Pinots, mas os negociantes ainda estão experimentando para propor a fórmula certa.
Algum do melhor Pinot da Califórnia vêm das regiões do estado como CARNEROS, o VALE de RIO RUSSO, e partes de MONTEREY, SAN LUIS OBISPO, e SANTA BARBARA municípios.
A estação crescente longa, fresca de Oregon é conducente à produção de algum Pino Noir encantador . Em partes várias do Pinot Noir mundial também é conhecido como Blauer Klevner, Blauer Spätburgunder, Burgundac Crni, Nagyburgundi, Pineau, e Savagnin Noir.
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Potencial de guarda |
5-8 anos |
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Combinação Gastronômica |
Codornas, Perdiz, carnes com molhos e queijos |
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Temperatura de serviço |
13 a 14 graus |
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Superfície Vinícola: |
18'358'723 metros quadrados |
Considerada a grande uva da Borgonha, a Pinot Noir é uma variedade extremamente delicada, que sofre profundamente com as mudanças ambientais, como alternâncias de frio e calor, e é notoriamente complicada para trabalhar depois de colhida, já que sua casca se rompe facilmente, liberando o suco da fruta.
A ênfase recai tanto sobre a vantagem de plantá-la em climas frios como em fazer uma rigorosa seleção clonal, pois o plantio do clone errado em locais inadequados resultam em vinhos insípidos.
Mesmo depois da fermentação, o vinho feito com a Pinot Noir é de difícil avaliação fora do barril e, mesmo na garrafa, muitas vezes varia, apresentando-se fraco num dia e exuberante no outro.
Em geral, os vinhos Pinot Noir atingem a maturidade em 8 a 10 anos, declinando pouco tempo depois.
Além de ser a uva clássica da Borgonha, ela também tem seu papel na Champagne, onde é prensada imediatamente depois de colhida a fim de produzir suco branco.
A Pinot Noir é praticamente a única tinta cultivada na Alsácia.
Na Califórnia, os vinhos Pinot Noir se destacaram no fim dos anos 80 e início dos 90, e parecem ter possibilidade de progredir futuramente. Para melhorar substancialmente a qualidade, é preciso não vinificar a Pinot Noir como se fosse Cabernet, deve-se plantar os vinhedos em climas mais frios e não se esquecer de que a produção deve ser pequena e controlada.
Aromas e sabores: Quando jovem, frutas vermelhas (framboesas, morangos e cerejas). Na Borgonha, notas florais (violeta), enquanto na Califórnia e na Austrália, surge o café torrado (aromas "empireumáticos").
Maduro, principalmente na Borgonha, lembra caça, couro, alcaçuz, trufas negras, estábulo e o "sous-bois", misto de terra úmida, cogumelos e folhas Em decomposição
Nos EUA, temos regiões que cultivam a Pinot Noir e produzem vinhos, tais, como: Califórnia ( antítese da França, pois enquanto na França se dá importância para o solo, na Califórnia ao clima)- Monterrey, Nappa Valley- Carneros, Santa Bárbara e San Luis Obispo, depois temos o Oregon ( em 1980 surgiu a Pinot Noir- pois é um clima muito semelhante á Borgonha), Washington onde se concentrou a Pinot Noir- onde a caracteristica principal é o intenso frutado, e por último o estado e Nova York.
Na América do Sul, temos o Chile ( com suas regiòes Aconcagua, Maipo, Rapel, Curico, Maule e a nova região de Casablanca – entre Santiago e Valparaíso) Brasil ( serras gaúchas).
Temos também a Austrália (a Pinot Noir foi a mais difícil de se adaptar, mas os decididos e esforçados produtores, estão próximos a encontrar microclimas que favorecem a Pinot Noir) nas regiões de Adelaide Hills, Hunter Valley ( embora com climas quentes há bons Pinot Noir), Tasmânia ( o clima é muitíssimo frio, com ventos gelados, embora está ainda em experimento, é um ótimo clima para Pinot Noir).
Na Nova Zelândia, explodiu no final dos anos 80, no palco internacional do vinho, seu Pinot Noir em conjunto com o Chardonnay é usado na Região de Marlborough, para fazer espumantes cada vez mais finos, em Martinborough, é feito o mais borgonhes dos Pinot Noir, assim como a região de Nelson,Otago Central.
Na África do Sul, os vinhos tintos são macios, ricos, onde a Cidade do Cabo, é generosamente dotada de recursos naturais, com clima ideal especialmente em Paarl ( tem invernos úmidos e verões longos quentes e secos, com solos variados) ,Stellenbosch 9 há uma extraordinária concentração de boas qualidades, bem como as três maiores companhias ), e está livre em grande parte das doenças, embora a maioria das castas européias se adaptam , a Pinot Noir é mais restrita, onde dispões de uma variedade própria, a PINOTAGE ( que é o cruzamento da Pinot Noir com o vulgar Cisault), que resulta um vinho de caráter robusto e apimentado, quente e frutado, dá também um tanino áspero e de borracha, mas os melhores vinhos podem desenvolver uma complexidade carnuda com a idade, e ,se o tanino for controlado , podem ser atraentementes perfumados a framboesa.
BIBLIOGRAFIA
©
Copyright Ron Herbst e Sharon Tyler Herbst baseado no COMPANHEIRO de O
AMANTE de VINHO,
por Ron Herbst e Sharon Tyler Herbst.
- JORNAL o ESTADO DE S PAULO, março 1999 , caderno 2
- A DESCOBERTA DO VINHO - Joanna Simon, 1994
- Guia de Vinhos, Hugh Johnson 2001- Cia Da Letras
CASTAS PORTUGUESAS
colaboração: Emília Leandro
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Uvas para vinho branco |
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Nome oficial |
Sinônimos reconhecido |
Sinônimos |
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Alicante Branco |
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Cachudo (Douro), Branco Conceição, Pérola |
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Almafra |
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Almenhaca |
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Alvadurão |
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Alvar |
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Alvar Branco |
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Alvarelhão Branco |
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Alvarinho |
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Galego, Galeguinho |
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Antao Vaz |
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Arinto |
Pedernã |
Arinto (Bucelas), Pé de Perdiz Branco, Chapeludo, Cerceal, Azal Espanhol, Azal, Galego, Branco Espanhol, Arinto (Anadia) |
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Arinto do Interior |
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Arinto do Douro (Dao), Arinto de Trás-os-Montes |
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Arns Burguer |
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Assaraky |
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Avesso |
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Azal |
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Azal (Lixa), Gadelhudo, Carvalhal, Pinheira |
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Babosa |
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Malvasia Babosa |
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Barcelo |
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Bastardo Branco |
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Batoca |
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Alvaraça, Alvaroça, Sedouro |
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Beba |
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Bical |
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Borrado das Moscas, Arinto (Alcobaça), Fernão Pires, do Galego, Pedro |
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Boal Barreiro |
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Boal Branco |
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Boal Branco (Bairrada) |
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Boal Espinho |
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Batalhinha |
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Branca de Anadia |
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Branco Desconhecido |
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Branco Especial |
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Branco Gouvães |
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Branco Guimarães |
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Branco João |
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Branco Sr. João |
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Branda |
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D. Branca, Dona Branca (Dão) |
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Budelho |
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Carnho |
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Caracol |
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Cara meia |
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Carão de Moça |
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Carrasquenho |
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Boal Carrasquenho |
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Carrega Branco |
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Malvasia Polta, Barranquesa |
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Cascal |
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Castália |
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Castelão Branco |
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Castelo Branco |
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Cerceal Branco |
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Cercial (Douro) |
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Cercial |
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Cercial (Bairrada) |
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Chardonnay |
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Chasselas |
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Chasselas Sabor |
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Chasselas Salsa |
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Chenin |
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Côdega de Larinho |
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Colombard |
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Cornichon |
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Corval |
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Crato Espanhol |
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Dedo de Dama |
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Diagalves |
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Formosa, Carnal |
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Dona Branca |
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Dona Branca (Douro) |
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Dona Joaquina |
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Donzelinho Branco |
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Dorinto |
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Arinto Branco (Douro) |
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Encruzado |
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Esganinho |
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Esganoso |
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Esganoso de lima, Esganinho, Esgana Cão Furnicoso |
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Estreito Macio |
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Estreito ou Rabigato |
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Fernão Pires |
Maria Gomes |
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Folgasão |
Terrantez(4) |
Terrantez (Madeira) |
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Folha de Figueira |
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Fonte Cal |
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Galego Dourado |
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Generosa |
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Gigante |
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Branco Gigante |
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Godelho |
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Gouveio |
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Verdelho (Douro) |
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Gouveio Estimado |
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Gouveio Real |
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Granho |
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Jacquere |
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Jampal |
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Lameiro |
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Branco lameiro, lameirinho, luzidio (Vinho Verde) |
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Larião |
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Leira |
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Lilás |
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Alvarinho lilás |
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Loureiro |
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Luzidio |
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Malvasia |
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Malvasia (Colares) |
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Malvasia Bianca |
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Malvasia Branca |
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Malvasia (Açores) |
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Malvasia Branca de S. Jorge |
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Malvasia Cândida |
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Malvasia Fina |
Boal(4) |
Boal (Madeira), Boal Branco (Algarve), Arinto-do-Dao, Assario Branco, Arinto, Galego, Boal, Cachudo (Ribatejo) |
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Malvasia Parda |
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Malvasia Rei |
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Seminário, Assario (Alentejo), Listrao, Pérola (Alentejo), Moscatel Carré, Grés, Olho de Lebre |
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Malvasia Romana |
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Malvasia Cãndida Romana, Malvasia Candida Branca |
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Malvia |
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Malvasia de Setúbal |
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Malvoeira |
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Malvasia de Oeiras |
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Manteúdo |
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Manteúdo B., Vale Grosso, Manteúdo Branco (Algarve, Alentejo) |
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Marquinhas |
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Molinha |
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Moscadet |
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